O que me deita abaixo?

Tal como o título sugere, este projecto veio questionar aquilo que nos deita abaixo, os nossos maus hábitos ou o mal pelo qual nos fazemos rodear, com o intuito de levar o utilizador a aperceber-se desses mesmos problemas e a encontrar modos para os solucionar. Entre eles encontram-se a falta de sono, o tabaco, a televisão, a alimentação, o Facebook e as pessoas, no geral.

Num primeiro momento, intitulados pela pergunta “o que me deita abaixo?”, aparecem seis botões de cores distintas que, por si só, geram algum choque, e que contém em si cada um dos obstáculos anteriormente enunciados. O utilizador deverá, então, escolher uma dessas adversidades e, a partir da sua opção, é-lhe sugerido um vídeo que funcione como uma alternativa. Procurámos que os vídeos fugissem, acima de tudo, às soluções convencionais e que surpreendessem não apenas pela sua eficácia, mas pela sua natureza imprevisível. No final da visualização, a pessoa pode optar por ver mais um vídeo ou voltar ao menu inicial e dar continuidade à sua experiência a partir das outras opções.

Se se sentirem curiosos, podem espreitar o nosso projecto.

Selecção de ideias e especificações / Planeamento

Numa primeira fase, o nosso projecto tinha por base os diferentes estados de espírito que uma pessoa pode sentir e, em particular, como as suas acções reflectem consequências no seu bem-estar. Pretendíamos apenas colocar ao dispor do espectador uma série de categorias com diferentes estados de espírito e, de acordo com aquilo que a pessoa sentia ou queria sentir, escolheria uma dessas mesmas opções. Em troca dessa acção, a pessoa receberia uma sugestão de vídeo que se revelasse como uma alternativa às soluções tipicamente aborrecidas.

Porém, e ainda com o mesmo tema em mente, tentámos enveredar por um caminho mais objectivo.

Após uma investigação mais aprofundada, recolhemos algumas categorias amplas, entre as quais qualquer pessoa poderá reconhecer, pelo menos, um deles no seu comportamento rotineiro. Para cada categoria pretendíamos encontrar soluções que não se apresentassem de imediato como viáveis, isto é, que não correspondessem às soluções mais convencionais. O interesse do projecto está em tornar temas relativamente vulgares, em temas de um interesse específico. Finalmente, apresentamos aquilo que até ao momento consideramos a estrutura-base do nosso projecto.

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