Conceito | Referências

O meu projecto consiste no desenvolvimento de um blog e filme interactivo para o festival Pós-Ecrã que irá decorrer em Novembro deste ano na FBAUL.

A escolha por este tema deve-se ao facto de me ter dado como voluntário para colaborar na produção do festival e também por desenvolver actividade como designer. Deste modo consigo desenvolver um projecto que poderei adicionar ao meu portfólio profissional. Aproveitando a sugestão da professora Mónica Mendes, de integração da minha participação no festival com o trabalho da disciplina, conseguimos que esta participação ficasse associada à publicação multimédia dos eventos a decorrer dentro do festival.

O blog terá um carácter de fotoreportagem com galerias de fotografias e videos dos workshops e conferências do festival. Posteriormente será realizado, por mim, um filme interactivo com excertos das actividades do festival.

O layout visual e estrutura do blog serão desenvolvidos por mim, bem como o filme interactivo. A recolha de imagens e videos será feita por mim e pelos técnicos de audiovisuais da faculdade.

Como referências encontrei (a partir de uma pesquisa em constante desenvolvimento) o site da National Film Board of Canada, uma agência pública que produz e distribui filmes, documentários, histórias interactivas e outros produtos audiovisuais que exploram o mundo sob o ponto de vista dos canadianos. Neste site em particular interessa-me o modo como está estruturado o blog e os vários filmes interactivos da secção “interactive”.

Os links são os seguinte:

http://blog.nfb.ca/

https://www.nfb.ca/interactive

Outra referência é o site da Future Places, um grupo de trabalho que desenvolve projectos, conferências, workshops e outros eventos ligando os tópicos dos novos média com a cidadania.

Embora o site em si me pareça um pouco confuso, é também um ponto de partida para perceber que tipo de estruturas se podem desenvolver neste tipo de projectos.

O link é o seguinte:

http://futureplaces.org/

Queria também destacar um site que encontrei e que me parece bastante interessante no que diz respeito à interactividade e ao qual poderei eventualmente ir buscar alguma inspiração quanto à sua estriutura como blog. É um site que relata a reportagem da história trágica de alguns esquiadores que foram confrontados com uma avalanche.

O link é o seguinte:

http://www.nytimes.com/projects/2012/snow-fall/#/?part=tunnel-creek

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conceito / pesquisa / referências

Para o meu projecto pensei em criar um dispositivo que permitisse a exploração de diferentes sensações e prazeres visuais.

Na minha pesquisa parti da ideia do caleidoscópio e do vídeo experimental em que, a partir de sequências de imagens aparentemente aleatórias, se obtêm resultados diferentes e logo sensações diferentes ao observador.

Como referências visuais, encontrei vídeos não interactivos que transmitem o tipo de experiência que gostaria de propor:

Bonobo – Cirrus;

The Future Sound of London – Papua New Guinea : Versão 1,  2, 3.

E um artista:

Cyriak.

No meu projecto quero evitar ao máximo definir o que vai ser visto, como é o caso dos exemplos acima. O meu maior objectivo é conseguir criar uma plataforma em que cada pessoa possa ter a sua experiência, única e só sua, numa descoberta daquilo que lhe traga mais prazer visual.

Referências – Pedro Pietra Torres

Referências: 

Este ano estou interessado a superar outros trabalhos que fiz anteriormente. Maioritariamente os trabalhos que tenho desenvolvido têm sido vídeo-clipes ou vídeos com musica, talvez porque as musicas que utilizo inspiram-me a criar algo visual. O género musical que mais me fascina é o Hip-Hop, a honestidade das letras, a ostentação dos video-clipes, a cultura criada em torno deste género musical. Outros vídeos que criei foram sempre com uma música de Hip-Hop, mas as histórias que contava estes vídeos eram histórias de amor intensas, quase loucas.

Quero representar outras facetas que podem variar entre lado ‘negro’ deste género, a criminalidade, o perigo e o mistério. O lado da ostentação de riqueza e superioridade, ou mesmo, seguir a historia que a musica em si nos conta.

Uma fonte de inspiração foi este ‘falso trailer’, que foi realizado com o fim de promover a digressão On The Run dos cantores Jay-z e Beyoncé.

Se eu optasse por esta direcção teria de utilizar programas como o after-effects para criar efeitos especiais. Se fosse representar uma história de crime, teria que ter bem estruturado o que queria fazer, e saber à partida como o iria fazer, para não correr o risco de ficar mal executado. Quando a história é ambiciosa demais para os meios que se tem corre-se o risco do produto final de não ter credibilidade.

Outro vídeo que visualmente me fascina é Show Me What You Got de Jay-Z.

Poderia ser outro ponto de partida. O que me atrai neste vídeo é a sua cinematografia, e ao mesmo tempo, o lado mais rico e ostentativo da historia retratada.

E finalmente, este vídeo representa toda a minha filosofia entre a musica e video. Acredito que musica pode criar historias, neste caso em vídeo. Trata-se de um filme que junta todas as musicas do álbum My Beautiful Twisted Fantasy (2011) de Kanye West. De certa forma uma maneira pioneira de se promover musica, juntando musica e filme.

Referências

A minha ideia é continuar com a linha do trabalho feito em Barcelona, investigar o uso da imagem, e continuar conhecendo e estudando o significado entre o público e o privado.

Minhas referências são muitas, porque eu tenho uma idéia mas não muito especifica.

Primero eu gostaria abordar a questão do observador – observado.  Eu já trabalhei em isso, mas agora quero dar uma otra visão, uma visão que o espectador faz parte de o trabalho.

Por exemplo Edie Sedgwick in Outer and Inner Space

Andy Warhol : Inner and outer space.

Um video em um conjunto de espelhos onde a imagemde Edie Sedgwick, borra as fronteiras entre dentro e fora do mesmo espaço.

Mas hoje estou interesado na idéia de vouyerismo, e estou interessado em como as redes sociais são usadas para isso, para satisfazer a nossa mirada vouyerista, e é interessante porque não sabemos se estamos dentro ou fora.
Por isso com essa idéia de vouyerismo, e a idéia de imágem viral que cria internet, estou interessado em mostrar a quantidade de imágems que consumimos diariamente, com la idéia do glitch, provocando assim uma sensação estranha a o espectador, que não está acostumado a esse tipo de erros.

References

Hey. I’m still in deep research, but I got leads to what I think is a good project.

First I want to share a good quote by Jim Jarmusch. It has nothing to do with my project, but I love it, that’s all:

nothingisoriginal-color-18x24

Ok so my project is focused on war and to be specific on drones. I hate wars, but sociological point of view is very interesting for me. In this project I want to work with photography, video, heat maps (thermography) and maybe installation. As I said it’s still in deep research, but things I want to gain an insight are being anonymous, hidden and a human fear of oppression.

Here’s a few links to give my inspiration:

http://en.wikipedia.org/wiki/Thermographic_camera it’s a explanation about thermography.

(just rooftops, but always something)  —– this is a tool which gives you a look for solar heat map on lisbon rooftops
anti-drone hoodie: http://kottke.org/13/04/the-anti-drone-hoodie don’t interpret it as a fashion statement, it’s something more -> here’s a article about project http://www.theguardian.com/artanddesign/2013/mar/31/anti-drone-hoodie-big-brother
and finally site which can give a lot of information and data: http://www.thebureauinvestigates.com

Conceito e Referências

Nesta primeira fase de investigação, e por cumplicidade de interesses, decidi formar dupla com uma colega, Bárbara Crespo.

A referência que tomámos como ponto de partida foi o Stereomood, uma ferramenta que sugere uma playlist de acordo com o mood da pessoa. Este conceito suscitou-nos a vontade de criar um projeto onde uma pessoa, a partir das suas ações, desencadeasse reações inesperadas.

A nossa outra referência é um vídeo que retrata diferentes elementos que influenciam o nosso estado de espírito, entre eles, alguns dos vícios mais característicos da nossa sociedade. Assim, à ideia de interatividade queríamos associar diferentes maus hábitos. Para cumprir este intuito, coloraríamos então ao dispor do espectador uma breve lista de vícios e, a partir da sua opção, seria-lhe proposta uma solução, um vídeo que surgisse como uma alternativa, que contrariasse essa tendência, com uma generosa dose de singularidade à mistura.

CONCEITO: ETAPA 1. Referências

Uma referência que prendeu-me a atenção no início desta pesquisa consiste na peça Ghost (2004), de Julião Sarmento, que consiste numa instalação de vídeo interactiva.

Saliento que nunca vi a referida instalação. O que me pareceu interessante foi esta breve recensão do objecto e do processo utilizado: dependendo da presença activa dos espectadores, as imagens apresentadas alteram-se, sendo “o espectro o elemento primordial da intalação“.

“Podemos, porém, ludibriar os sensores que gerem o tempo do dvd e observar elementos inéditos dos vídeos. É com espanto que observamos, na primeira sala, o homem que ainda há pouco fugia, olhando para o relógio, bocejando; (…) agora, somos nós os ghosts e eles os espectadores.”

 

Quanto a uma segunda referência, o trabalho de Jon Rafman, apesar de não ser propriamente um trabalho interactivo, é interessante pelo uso dum jogo de computador duma forma radicalmente inesperada. Nesta obra, A Man Digging, o artista serve-se dum jogo de computador; mas em vez do objectivo ser a jogabilidade em si, somos convidados a percorrer o espaço desolado em que nos deparamos:

“a virtual flaneur undertakes an evocative journey through the uncanny spaces of video game massacres”