Apresentação final

Public Show Foi o resultado de muitas experiências e o meu primeiro trabalho com código e é por isso que acho interessante fazer uma explicação do meu processo.

Para mim foi muito difícil, porque nunca fiz nada com Processing e com Arduino tão pouco nunca fiz nada. Por isso eu quis fazer o projecto com código para assim forçar-me em ter interesse e tentar escrever e programar uma ideia.

O primeiro que eu fiz, procurei código, e exercícios semelhantes na net, até que encontrei um que fazia o efeito “glitch”. Eu gostei do efeito, mas não usei porque tinha muitos erros no javascript e com os meus conhecimentos não reparei.

Depois destes primeiros testes, no website de processing, encontrei como fazer a conexão:  Arduino e Processing, e isto foi o primeiro. Já que tinha que ter o arduino (experiência física) e processing (transformação da imagem em tempo real com as ordens do sensor).

Com o livro “Arduino” encontrei como fazer a instalação do sensor, porque primeiro eu tinha um sensor de proximidade, mas para fazer o que eu gostava, não serviu.

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Pois com ajuda do livro, eu comprei um novo sensor “ultrasound”  porque é mais bom para fazer este efeito, é um sensor mais efectivo que o outro. Lá, também encontrei pequenhos tutoriais, e encontrei um de fazer uma explosão na imagem. Código do efeito, si alguém quer tentar (sem função do sensor = sem conexão ao arduino) :

// The next line is needed if running in JavaScript Mode with Processing.js
/* @pjs preload="eames.jpg"; */ 

PImage img;       // The source image
int cellsize = 2; // Dimensions of each cell in the grid
int columns, rows;   // Number of columns and rows in our system

void setup() {
  size(640, 360, P3D); 
  img = loadImage("eames.jpg");  // Load the image
  columns = img.width / cellsize;  // Calculate # of columns
  rows = img.height / cellsize;  // Calculate # of rows
}

void draw() {
  background(0);
  // Begin loop for columns
  for ( int i = 0; i < columns; i++) {
    // Begin loop for rows
    for ( int j = 0; j < rows; j++) {
      int x = i*cellsize + cellsize/2;  // x position
      int y = j*cellsize + cellsize/2;  // y position
      int loc = x + y*img.width;  // Pixel array location
      color c = img.pixels[loc];  // Grab the color
      // Calculate a z position as a function of mouseX and pixel brightness
      float z = (mouseX / float(width)) * brightness(img.pixels[loc]) - 20.0;
      // Translate to the location, set fill and stroke, and draw the rect
      pushMatrix();
      translate(x + 200, y + 100, z);
      fill(c, 204);
      noStroke();
      rectMode(CENTER);
      rect(0, 0, cellsize, cellsize);
      popMatrix();
    }
  }
}

Por isso o que eu fiz foi:

  • 1. Pesquisei efeitos e o modo de como poder fazer a conexão com os dos softwares.
  • 2. Programar os dois softwares.
  • 3. Programar o sensor.
  • 4. Procurar o efeito que eu gostaba.
  • 5. Programar o efeito, já conectado com o sensor.

A presentação só foi um protótipo, mais eu estou feliz, porque fiz (e acabei) o meu primer projecto com código e para mim já consegui o objetivo.

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Para quem quera conhecer mais : Clique na imagem, para ver um vídeo de explicação do processo de instalação e funçonamento.

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Aqui o link do meu projecto final para quém quer conhecer mais :  com a explicação final, fotos e um video de mostra do que o meu trabalho foi conceitualmente.

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Referências

A minha ideia é continuar com a linha do trabalho feito em Barcelona, investigar o uso da imagem, e continuar conhecendo e estudando o significado entre o público e o privado.

Minhas referências são muitas, porque eu tenho uma idéia mas não muito especifica.

Primero eu gostaria abordar a questão do observador – observado.  Eu já trabalhei em isso, mas agora quero dar uma otra visão, uma visão que o espectador faz parte de o trabalho.

Por exemplo Edie Sedgwick in Outer and Inner Space

Andy Warhol : Inner and outer space.

Um video em um conjunto de espelhos onde a imagemde Edie Sedgwick, borra as fronteiras entre dentro e fora do mesmo espaço.

Mas hoje estou interesado na idéia de vouyerismo, e estou interessado em como as redes sociais são usadas para isso, para satisfazer a nossa mirada vouyerista, e é interessante porque não sabemos se estamos dentro ou fora.
Por isso com essa idéia de vouyerismo, e a idéia de imágem viral que cria internet, estou interessado em mostrar a quantidade de imágems que consumimos diariamente, com la idéia do glitch, provocando assim uma sensação estranha a o espectador, que não está acostumado a esse tipo de erros.

Sergi Banach Ramírez

10014654_10203320197996530_1723449404_nOlá, chamo-me Sergi, tenho 21 anos e eu sou de Barcelona, Espanha.

Estudo em Universitat de Barcelona, e este é o meu quarto ano de Belas Artes na especialidade Multimédia.

Meu trabalho é principalmente vídeo, fotografia e animação, mas eu quero aprender outros meios de criação e é por isso que eu estou aqui.

Aqui poderão ver alguns dos meus trabalhos.